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Café não é tudo igual. Sexta, 20 de Abril de 2018

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Sabemos que em tempos de “gourmetização” a mídia e os negócios ficam desgastados com ofertas, programas e criações mirabolantes e duvidosas.

O nosso querido café também não ficou imune a esses desgastes. Naturalmente sabemos que essas ações surgem para atender ou criar demandas para os negócios, classificando-se como um modismo passageiro. Sobretudo no ambiente do café podemos avaliar essa onda com certos benefícios, primeiramente entendendo que o café especial não é uma moda e sim uma tendência, ou seja, veio para ficar. Outro benefício de toda essa exposição é que naturalmente o consumidor fica mais atento e aberto a novas experiências e é nesse momento que temos o dever como cafeterias e baristas de apresentar a qualidade e a diversidade dos métodos e grãos que conferem uma nova descoberta sensorial para as pessoas.

Café não é tudo igual, pois assim como o vinho, a qualidade do terroir, o processamento, torra e extração garantem degustações e qualidades diferentes. Conforme já falei, os produtores no Brasil vem fazendo um trabalho competente, deixando claro o valor da região e clima local como assinaturas sensoriais dos cafés produzidos.

Embora o cafezinho seja companheiro de longo data do brasileiro, chegou o momento de nós subirmos um degrau em relação a qualidade e reconhecimento de produto, amadurecendo nosso paladar e exigência como consumidor.

Tenho fortes convicções que o mercado do café passará pelo mesmo processo de transformação que a cerveja passou recentemente, deixando o consumidor e o mercado mais exigentes! Só podemos agradecer e participar dessa linda mudança!

 


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